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Comércio Eletrônico no Brasil

Visão Geral do Setor

Segundo o e-bit, o e-commerce brasileiro faturou aproximadamente R$ 41,3 bilhões em 2015, alcançando um crescimento nominal de 15,3% em relação a 2014, com 106,5 milhões de pedidos no período. Esse aumento foi consequência principalmente do crescimento do acesso à internet, que teve, por sua vez, como uma das suas principais causas o aumento das vendas de smartphones. A adesão aos dispositivos móveis por parte dos brasileiros deve aumentar cada vez mais, devido à redução dos preços desses aparelhos.

Crescimento do Comércio Eletrônico

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, para os próximos anos o setor deve permanecer crescendo e aumentando sua participação em relação ao varejo tradicional, com destaque para a expectativa do aumento no consumo de bens digitais, tais como e-books, músicas e filmes on demand.

 

As expectativas para o setor são positivas, pois o consumidor brasileiro está mais confiante para comprar online. As novas gerações, que agora entram no mercado de trabalho, já nasceram em tempos de internet, e os investimentos estrangeiros não estão vindo apenas na forma de capital, mas também como tecnologia e conhecimento. Em 2016, o e-bit projeta que o e-commerce no Brasil apresente um crescimento nominal de 8% em relação a 2015, atingindo um faturamento de, aproximadamente, R$ 44,6 milhões. 

 

O crescimento contínuo do comércio eletrônico é impulsionado por:

  • Maior utilização da Internet. De acordo com o Nielsen IBOPE, o número de pessoas com acesso à internet no Brasil já passou da metade da população, atingindo aproximadamente 52% dos cidadãos, ou 103,4 milhões de pessoas em julho de 2015. Além disso, o número de pessoas com acesso à internet por meio de smartphones chegou a aproximadamente 70 milhões, ou 35% da população, no mesmo período. Segundo a Nielsen IBOPE, o ritmo de crescimento da posse de smartphones em 2015 foi de mais de 1 milhão de pessoas por mês.

  • Aumento do hábito de compras online entre os usuários de Internet. A alta penetração de serviços como online banking, transmissão da declaração do imposto de renda pela Internet e comunidades virtuais denotam a propensão da população brasileira para adotar novas tecnologias. O hábito de comprar online está em amplo crescimento, não obstante a penetração de usuários de Internet permanecer baixo (52%, contra 90% nos EUA). Em 2015, o número de e-consumidores ativos no país atingiu um total de 39,1 milhões de pessoas, segundo o e-bit, o que representa aproximadamente 20% da população brasileira. O volume transacional de compras por dispositivos móveis também tem aumentado continuamente: em dezembro de 2015, 14,3% do volume de pedidos sobre as vendas no comércio eletrônico foi feito via mobile, versus 9,1% no mesmo período de 2014. A expectativa é que esses números aumentem significativamente à medida que mais pessoas tenham experiências positivas na compra online.

  • Crescimento de banda larga. De acordo com a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), em janeiro de 2016, o Brasil contava com 25,4 milhões de acessos de banda larga fixa, e o número de acessos em banda larga móvel, considerando os acessos 3G e 4G, fechou janeiro de 2016 com 193 milhões de acessos, um crescimento de 9,5% em relação a janeiro de 2015. Assim, na banda larga total, considerando fixa e móvel, a Telebrasil estima um total de 218 milhões de acessos em janeiro de 2016, sendo que, desde janeiro de 2015, foram ativados 18 milhões de novos acessos. O uso de banda larga favorece a experiência de compra online, levando ao aumento das vendas pela internet.

  • Sortimento limitado em lojas tradicionais. O mercado varejista brasileiro caracteriza-se por lojas com pouco sortimento e pela ausência de grandes category killers e megastores. Esta deficiência favorece os varejistas online, uma vez que estes não possuem limitação de espaço de prateleira e não necessitam replicar estoques em várias lojas.

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